quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Presépios

Um dos presépios da Associació de Pessebristes

Nascimento de Jesus

Presépios retratam várias passagens bíblicas

Todos os presépios são feitos com perspectiva

Representação de personagens populares

Montanhas ao fundo

Sede da Associació de Pessebristes, no Palau Mercader

Os presépios tem importância cultural muito forte na Catalunha. Ontem, junto com um grupo do Quedem?, visitei a exposição da Associació de Pessebristes de Barcelona, a mais antiga da Europa, fundada em 1860. São impressionantes os presépios, que representam não apenas o estábulo em Belém, como as passagens bíblicas em torno do nascimento de Jesus, além de personagens populares da cultura catalã.
A Associació de Pessebristes oferece cursos regularmente para pessoas que tem habilidades manuais, o que não é o meu caso... A entidade fica na Carrer dels Lledós, no Palau Mercader – foto 7, que, esclareço, é a única que não é presépio (risos).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Moritz

Festa popular da Fábrica Moritz

Grupo toca música cubana na sacada do edifício

Antigo maquinário de cerveja

Pirâmide de espelho

Máquinas da microcervejaria

Um dos bares da nova fábrica

Pão de forno da loja

Também no fim de semana fui a uma festa popular de inauguração da Fábrica Moritz Barcelona (Carrer Casanova com Ronda de Sant Antoni). A rua ficou fechada para o "comes e bebes". Enquanto o público se deliciava com a cerveja e a tapa (tudo a 0,50 euro) e enfrentava uma longa fila para visitar o novo espaço, curtia as atrações culturais da sacada do edifício. Quando cheguei, uma artista local cantava bossa nova (foto 1). Achei uma graça ouvir música brasileira com sotaque catalão.
Moritz é uma marca de cerveja catalã criada em 1856. A antiga fábrica deu lugar a um novo centro gastronômico e cultural, com vários ambientes: bares, restaurantes, museu, microcervejaria, loja, salas para eventos. Ficou bonito. Além disso, vai ser interessante provar uma cerveja artesanal feita ali na hora.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tapeo

Tapa de alcachofra do bar e restaurante Happy

Tapa de bacalhau do restaurante El Reloj

El Reloj, na Via Laietana

Participei, no fim de semana, da 4ª edição do "De tapes per Barcelona", uma rota gastronômica bem do jeito que eu gosto: de bar em bar. Nos estabelecimentos que concorrem a um prêmio por votação popular, o cliente prova a tapa e uma cerveja, por apenas 2,40 euros. Uma pechincha.
Eram 39 lugares participantes, e, pra falar a verdade, estavam um pouco distantes um do outro. Só pude ir a três bares, quantidade mínimo para votar – El Reloj (Via Laietana), Estudiantil (Plaça Universitat) e Happy (Rambla de Catalunya). Votei nesta última como a melhor tapa do festival. Espero que venham mais eventos como esse. Adoro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Pombos

Pombos na Praça San Marco, em Veneza

No lugar dos pombos, uma pista de esqui, na Plaça Catalunya

A Piazza San Marco, em Veneza, tem com a Plaça Catalunya, em Barcelona, um ponto em comum: a irritante presença de pombos. Eu fico impressionada com a quantidade de turistas que adora fazer fotos com essas aves asquerosas. O Ayuntamiento (prefeitura) de Barcelona vive tentando combater essa praga urbana. O problema é que sempre tem gente que as alimenta.
Passando ontem pela Plaça Catalunya, vi que já montaram uma pista de esqui que estará ali durante o inverno. Não sei para onde foram os pombos, mas, com certeza, eles voltam.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Veneza - Arrivederci

Ponte de Rialto

Eu ainda teria muito mais assunto para falar sobre Veneza, porque a ilha é singular. Foi muito bom o pouco tempo que passei ali e recomendo demais a visita. Com uma ressalva: prepare bem o bolso antes de ir. Sobre o idioma, não foi difícil me comunicar. Como é cidade turística, muitos comerciantes falam inglês ou espanhol.
Nas poucas vezes que nos deparamos com algum veneziano que não falava outra língua, tive de apelar para o italiano que aprendi vendo as novelas da Globo (risos). Imaginem a conversa! Dá para entender muitas palavras, afinal o português tem a mesma origem, o latim. Acho o idioma lindo, que sabe um dia me animo em aprender. Até porque, se Deus quiser, volto à Itália para conhecer outras cidades. Tomara.
Arrivederci, Venezia!

Passagens Aereas Promocionais

sábado, 3 de dezembro de 2011

Burano

Xavi, em Burano

As casas da ilha são todas coloridas

Eu e Xavi, na ilha que está a 7 km de Veneza

Um dos canais de Burano

O colorido da ilha

Burano, encantadora

Outra ilha encantadora é Burano, considerada um refúgio de artistas. Burano está na lagoa de Veneza, tem 7 mil habitantes e é conhecida pela confecção de rendas. O Museu del Merletto (Museu da Renda) é uma pequena mostra dos trabalhos seculares de artesãos da região.
Mas o que eu mais gostei mesmo foi do colorido das casas. Burano não é uma graça?

Murano

Murano, conjunto de ilhas em Véneto

Forno onde artesão elabora vidro

Cavalo de vidro colorido elaborado pelo artesão

Peças de vidro valiosas

Ponte e Igreja de Santa Maria e São Donato

Casas coloridas de Murano

Museu del Vetro, no Palazzo Giustiniani

Como Veneza, Murano é composta por pequenas ilhas

Fomos ao arquipélago de Murano, ao nordeste de Veneza. Murano é famosa pela produção de vidro artístico artesanal. Fomos convidados a visitar um dos fornos, onde um artesão nos mostrou como produz um jarro e uma pequena escultura em forma de cavalo (foto 3). Terminamos a visita conhecendo a loja de peças incríveis, que custam alguns milhares de euros! Na lojinha de preços mais acessíveis, o cavalo custava 10 euros. De lá, também entramos no Museu do Vidro, no Palazzo Giustiniani, com peças seculares, para conhecer um pouco da importância do vidro para a região.
Um dos funcionários da fábrica nos comentou que a exportação das peças para o Brasil aumentou em 300% este ano. Nosso País está muito bem visto na Europa. Mas importar uma peça dessas é privilégio para poucos.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Veneza - Máscaras

Quiosque de souvenirs em San Marco

Loja de máscaras

Mais máscaras venezianas

Sabe o que sempre me atraiu sobre Veneza? As máscaras e a história do carnaval. Adorei ver de perto tanta peça bonita. A confecção e venda de máscaras na região representam a renda de muitos artistas e famílias. Há lojas por todo lado e algumas ficam abertas até tarde da noite, com os artesãos produzindo.
As peças produzidas em Veneza são mais caras, mas impressionantes. Máscaras produzidas na China – e de qualidade duvidosa – também estão por todas partes, para o turista mais desatento ou que não quer gastar tanto.
Não consegui fazer umas fotos que eu queria. A maioria dos comerciantes colocava aviso para não fotografar ou filmar. Avisos em inglês, para ficar bem claro aos turistas.
Compramos umas máscaras lindas, que vou colocar na parede do meu quarto em Barcelona. Recordação de uma viagem inesquecível...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Veneza - Museus

Pátio interno do Palazzo Ducale

Palazzo Ducale

Palazzo Ducale

Basílica de San Marco

Xavi, em frente à Basílica de San Marco

Basílica

Torre do Relógio

Pudemos visitar alguns dos museus, palácios e igrejas de Veneza. No final das contas, foi pouco tempo para ver tudo que queríamos. Entramos no Palácio Ducal, edifício grandioso no estilo gótico veneziano e que foi sede do governo por quase 900 anos. Também fomos à Basílica de San Marco, com seus encantadores mosaicos. Subimos a Campanile, de onde, a 60 metros de altura, tem-se uma vista linda da Praça San Marco e do Grande Canal. Visitamos o Museu Correr, que tem uma variedade de peças que contam a história de Veneza. Ainda fomos ao Museu Vivaldi e outros museus. Alguns lugares ficaram para uma próxima viagem, quem sabe...

Veneza - Transporte

Embarcações na Bacia de San Marco

Um cruzeiro passa por San Marco

Tradicionais gôndolas

Uma estação do transporte público coletivo (vaporetto)

Lanchas da polícia

Táxi aquático

Para se deslocar em Veneza e arredores, a melhor (e em alguns casos única) opção é a via aquática. No centro histórico da cidade, não há um carro sequer. E, por incrível que pareça, está proibido andar de bicicleta nas ruas. As lanchas da polícia e ambulâncias chamam a atenção quando passam. Como também impressionam os cruzeiros que cortam a Bacia de San Marco. Para os passeios mais curtos no centro histórico, estão as tradicionais gôndolas, para os casais e turistas que querem e podem desembolsar cerca de 30 euros por pessoa.
Para irmos até o Palace San Clemente, que é uma ilha onde estávamos hospedados, tínhamos de pegar um barco privado do hotel – felizmente, incluído nas diárias. Em Veneza, também há a opção do táxi aquático, que é caro, com preços comparados a de limusine. A sorte é que também tínhamos o serviço de táxi incluído no hotel, e pudemos ir até as ilhas de Murano e de Burano. Não fosse assim, não pagaríamos os mais de 120 euros por viagem.
Veneza tem um ritmo de vida cotidiana um pouco diferente do que estamos habituados, do corre-corre do trânsito das grandes cidades. Em muitos trechos dos canais, a velocidade máxima permitida é de 5 km/h – a maior que eu vi foi de 20 km/h. Levamos 1 hora e 15 minutos de vaporetto, o "ônibus", de San Marco até o aeroporto Marco Polo (a um preço mais em conta, 15 euros). Uma segunda alternativa seria ir em trem, mas a demora seria praticamente a mesma e teríamos de pegar um barco até a estação ferroviária do mesmo jeito. O certo é que, em Veneza, só a quem tem dinheiro está permitido ter pressa.